Fabriciano celebra sucesso de cirurgias eletivas no hospital

O Hospital Dr. José Maria Morais se prepara para realizar na primeira quinzena de 2018 o Mutirão de Cirurgias de Cataratas, com previsão inicial de atender 400 pacientes.

A Prefeitura de Coronel Fabriciano, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e o Hospital Dr. José Maria Morais, alcançou esse ano o total de 300 procedimentos cirúrgicos no município, realizados na instituição. A fila de demanda reprimida contava com pacientes que aguardavam cirurgias há aproximadamente 10 anos, sendo que alguns vieram a óbito ou evadiram da cidade.

Devido ao planejamento estratégico da Secretaria Municipal de Saúde para a organização interna do hospital, já foi possível realizar 300 procedimentos cirúrgicos somente no último semestre, com recursos alcançados pela gestão junto à diretoria do HJMM.

De acordo com o Secretário Municipal de Saúde, Ricardo Cacau, o hospital realiza procedimentos de média complexidade em dois blocos cirúrgicos, um de emergência e outro para cirurgias eletivas. Antes, as demandas de pacientes eram encaminhadas para outras cidades de Minas, como Belo Horizonte, Tarumirim e Sabinópolis, por meio do TFD, Tratamento Fora de Domicílio. "Através da organização foi possível realizar os procedimentos dentro de Fabriciano para não prejudicar os moradores, trazendo mais conforto e acessibilidade e todos os munícipes, além de acolher e priorizar o atendimento na cidade” esclarece.

A dona de casa Cleide Siqueira aguardava pela cirurgia desde 2008, depois do diagnóstico de câncer de mama e, posteriormente, colelítíase (pedra na vesícula). Após esperar por 4 anos para o procedimento de remoção do cálculo, com o mutirão de cirurgias eletivas, o procedimento foi agendado para a próxima semana.

O Hospital Dr. José Maria Morais se prepara para realizar na primeira quinzena de 2018 o Mutirão de Cirurgias de Cataratas, com previsão inicial de atender 400 pacientes. Há casos que aguardam cirurgia desde 2009. A Secretaria Municipal de Saúde está em contato com os pacientes. “Há pessoas que se mudaram ou buscaram o tratamento em outros municípios. Tem gente que pagou do próprio bolso pelo tratamento sem ter condições financeiras. Agora vamos recadastrar todas essas pessoas e encaminhar para cirurgia no começo do ano”, disse Cacau.